Dor de cabeça, a desculpa para não fazer sexo

Dor de cabeça, a desculpa para não fazer sexo

12 de julho de 2018 0 Por admin-girls

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Você está cheia de amor pra dar. Mas ele está cansado. Você está como o diabo gosta. Mas ele, com dor de cabeça. Você está subindo pelas paredes. Mas ele chega a roncar. E, quando ele não quer, vocês não transam. Por mais que o mundo enalteça o apetite sexual masculino como se este fosse maior do que o nosso, tem muita mulher por aí no maior jejum.

No início, tudo são flores, beijos cinematográficos e, principalmente, transas de tirar o fôlego. O desejo surge só de olhar – ou de imaginar – e o quarto é o lugar preferido do casal. A professora Lívia R., 32, é casada há dois anos e morre de saudade do início do namoro, quando ela e o atual marido ficavam o final de semana inteiro fazendo loucuras de amor. Pena que acabou.”Não teve aquilo de que a paixão dura dois anos. Com um ano, mais ou menos, já estava esfriando. Agora passamos semanas sem transar. E eu não consigo identificar nenhuma razão pontual pra que isso tenha acontecido”, diz ela, que já passou dois meses dormindo, e só dormindo, na mesma cama que o marido.

A falta de sexo

problemas de sexo no casal

Se no início do relacionamento uma noitada regada à samba e cerveja terminava invariavelmente em sexo, agora termina em um soninho… Lívia tenta as mais diversas aproximações, mas o marido finge que não está entendendo e inventa uma coisa urgente pra fazer. “Se confrontado, ele diz que tem muita coisa de trabalho na cabeça e não consegue pensar em sexo. E já alegou cansaço, dor de cabeça, até torcicolo!”, conta ela, que, em seu íntimo, já se sentiu um lixo, horrorosa, desinteressante, mas passou a ver a situação com outros olhos. “Hoje sei que o problema não é comigo. Pode ser do casamento, pode ser dele, mas só culpa minha não é. Me sinto mal, claro. Não se sentir desejada pelo próprio marido é das piores coisas que podem acontecer pro ego de uma mulher”, lamenta, assumindo já estar começando a olhar para os lados.

Sexo? Só no fim de semana. “E olhe lá!”, reclama a jornalista Guiliana P., 29, que namora há quatro anos. “E apenas uma vez”, continua, contando que nem lembra quando foi que transou duas vezes na mesma noite. “Durante a semana, ele chega cansado do trabalho e não tem disposição. No sábado, rola umazinha. No domingo, não rola porque já rolou no dia anterior. Aí, somente no sábado seguinte”, revela, um tanto insatisfeita, porém conformada. “No início, eu ainda tentava uma investida no meio da semana. Mas depois de várias negativas, desisti. Sublimei. Agora procuro pensar menos em sexo e valorizar as outras mil qualidades que meu namorado tem”, assume. No entanto, ela admite que acha ruim quando o rapaz não comparece nem no sábado. “Se o time dele perde, quem perde mais sou eu. Aí são 15 dias na seca, até o fim de semana seguinte”, entrega.